7 de julho de 2008


Nos dias que se sucedem, tenho pensado tanto.Muito mais do que normalmente. Pensado com teor crítico e analítico. Penso que deveria sentir mais ou sentir menos, canalizar melhor minhas (talvez poucas) emoções.
Analisei quão louvável foram minhas mudanças de conceito, de planos, de expectativas. Constatei que, sim, eu sempre sinto muito mais do que eu posso entender e verbalizar.Constatei que lamentei por noventa por cento de tudo quanto não fiz e enalteci noventa por cento de tudo quanto fiz.
T
ambém estive pensando sobre o amor.
Ahh...
o amor. O amor é o que nos move, é o que alimenta nossa alma, é sobre o que conversamos e escrevemos, porém o que jamais descreveremos ou citaremos o bastante. É o que o poeta garboso pode transcrever de maneira suma e que o mendigo pode demonstrar através de um implícito gesto. É tudo aquilo que buscamos e o que sentimos, e que muitas vezes fugimos, mas que é o determinante da alegria ou tristeza daquilo que chamamos de viver.

"
Amor. Amor amante, amor amigo, amor fraternal. Amor que fizeste-me rir, que fizeste-me chorar. Amor que fizeste-me amar, amor que me fizeste odiar. Amor que fizeste-me calma, amor que perturbaste minha alma. Amor que outrora eu fugia, mas que agora refugia-me". (J. Nascimento)


2 comentários:

ATM disse...

É, realmente o amor move o mundo. Mas principalmente, move a nós, seres humanos tão incompletos, e nos dá uma parte de sua glória infinita quando nos envolvemos com ele. Realmente não se expressa, nem se entende, nem se racionaliza o amor. Ele é algo intocável, ininteligível, incalculável...
É bem verdade que os poetas o descrevem, mas não, nunca em sua glória total.
O amor é como Deus. Todo mundo sabe o que é, mas ninguém realmente expressa Sua grandeza.
E é muito bom saber, que te amo Josiane. =)

Unknown disse...

arrasouu minha nega! (=
amovocê.